Histopatologia Cutânea com Imunohistoquímica

 Histopatologia Cutânea
com Imunohistoquímica


A histopatologia cutânea com imunohistoquímica é o exame padrão-ouro para o diagnóstico definitivo da imensa maioria das doenças de pele, representando a integração máxima entre a clínica dermatológica e o laboratório de patologia. A biópsia de pele é processada, incluída em parafina, cortada e corada com hematoxilina e eosina, revelando a arquitetura tecidual e a morfologia celular. A imunohistoquímica utiliza anticorpos contra antígenos específicos para determinar a linhagem celular e o perfil molecular.

Na oncologia cutânea, a imunohistoquímica é indispensável para o diagnóstico do melanoma, com marcadores como S100, Melan-A e HMB-45, e para a avaliação do índice proliferativo Ki-67, que é um fator prognóstico. Em linfomas cutâneos, como a micose fungoide, a imunohistoquímica demonstra o fenótipo T e a perda de antígenos. Em doenças inflamatórias, auxilia na caracterização do infiltrado. Em suma, a histopatologia com imunohistoquímica é o exame que transforma uma amostra de pele em um diagnóstico de precisão, guiando o tratamento oncológico, inflamatório e autoimune.

Comentários